A segunda das três vítimas da explosão da subestação de energia que alimenta a Ponte Rio-Niterói morreu na manhã do dia 22 de março. A vítima, que estava em estado crítico no CTI do Hospital Rio Laranjeiras, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, não resistiu aos ferimentos. Ele teve 35% do corpo atingidos por queimaduras de terceiro grau, na face, vias aéreas superiores e braços.
O primeiro eletricista a morrer na explosão da subestação foi Darlan Aguiar da Silva. O acidente ocorreu no dia 16 de março e causou a queda de energia que deixou a ponte sem iluminação e com os painéis desligados por quase 40 horas.
Um outro funcionário da empresa Álamo Engenharia (prestadora de serviços da concessionária CCR Ponte) teve 27% do corpo queimado no mesmo acidente. Ele foi transferido do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio, para uma outra unidade em Niterói, na Região Metropolitana.
O caso foi registrado na 17ª DP (São Cristóvão), que está investigando o acidente.
Fonte: http://www.protecao.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?id=Jay4AJji
O primeiro eletricista a morrer na explosão da subestação foi Darlan Aguiar da Silva. O acidente ocorreu no dia 16 de março e causou a queda de energia que deixou a ponte sem iluminação e com os painéis desligados por quase 40 horas.
Um outro funcionário da empresa Álamo Engenharia (prestadora de serviços da concessionária CCR Ponte) teve 27% do corpo queimado no mesmo acidente. Ele foi transferido do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio, para uma outra unidade em Niterói, na Região Metropolitana.
O caso foi registrado na 17ª DP (São Cristóvão), que está investigando o acidente.
Fonte: http://www.protecao.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?id=Jay4AJji
